sexta-feira, 31 de julho de 2015

Recuperação da Estrada do Boi, que interliga o Cone Sul à Zona da Mata, avança mais de 50 quilômetros



O governo de Rondônia concentra equipes do Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER) na recuperação da RO-370, também conhecida como Rodovia do Progresso ou Estrada do Boi, com 193 quilômetros de extensão interligando a zona da Mata ao Cone Sul do Estado, grandes centros produtivos de grãos e bovinos em Rondônia.
Com cerca de 10 dias, os trabalhos de patrolamento já ultrapassaram 50 km. Outra frente de serviço atua no encascalhamento, que já atinge a marca de 15 km.
Devido a sua extensão de quase 200 km, a Estrada do Boi é recuperada pelas Residências Regionais de Colorado do Oeste e de Rolim de Moura. A conservação da rodovia começou pelo município de Corumbiara e a estimativa é de 60 dias de trabalho.
O residente do DER de Colorado do Oeste, Paulinho Cenacol, disse que a estrada receberá 100% de patrolamento e encascalhamento, instalação de bueiros, cortes de morros e eliminação de curvas perigosas.
Há duas semanas o diretor-geral do DER, Lioberto Caetano, percorreu toda a extensão da rodovia acompanhado do secretário de Agricultura do Estado, Evandro Padovani, do deputado estadual Luizinho Goebel (PV), do engenheiro do DER, Augusto Neves, e do residente regional do órgão, Paulinho Cenacol. Caetano afirmou que o governador Confúcio Moura tem a preocupação de dar condições para que o homem do campo possa produzir e escoar seu produto.

Região de alta produção

O secretário Evandro Padovani destacou que o Sul do estado produz 85% dos grãos do estado de Rondônia e tem cerca de um milhão de bovinos, sendo a maioria de corte. Disse que toda essa produção tem reflexo nas importações e, consequentemente, no Produto Interno Bruto (PIB) de Rondônia. O governo está dando o apoio que o produtor necessita”, garantiu.
O diretor do DER disse que o órgão tem a obrigação de manter as estradas transitáveis para não comprometer o transporte de grãos. “O ciclo do transporte de grãos não pode ser interrompido. Cerca de 30% da produção é armazenada nas carretas, durante o transporte. O restante está guardado nos portos e entrepostos para exportação. Parte da colheita é realizada no início das chuvas e as estradas precisam estar preparadas”, explicou.

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